14/10/2011
"Senac será parceiro importante no aeroporto de São Gonçalo", afirma executivo do Consórcio Inframérica.
As principais lideranças empresariais do RN e representantes do Consórcio Inframérica, vencedor do leilão para construção e operação do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, estiveram reunidos em almoço promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio RN), no início do mês.
"Tivemos a oportunidade de ouvir os representantes do consórcio e de nos colocarmos à disposição para que esta obra saia do papel da forma mais rápida e da maneira mais proveitosa para o estado, para as empresas e para a sociedade potiguar", disse o presidente do Sistema Fecomercio RN e anfitrião do almoço, Marcelo Fernandes de Queiroz.
O executivo Antonio Droghetti Neto, que vai assumir a coordenação das atividades do consórcio no Rio Grande do Norte, ressaltou o interesse do grupo em firmar parcerias com instituições e empresas locais. "Queremos deixar claro, de forma detalhada, exatamente do que precisamos para que possamos atender também às exigências da Infraero. Mas é prioritariamente daqui que sairão nossa mão-de-obra, nossos fornecedores e nossos parceiros", afirmou ele.
Droghetti fez questão de citar o Senac/RN, braço de qualificação de mão-de-obra do Sistema Fecomercio, como parceiro primordial no processo de operação do novo aeroporto. "O Senac é uma instituição que certamente vai contribuir bastante na capacitação de boa parte da mão-de-obra que vamos precisar nas diversas etapas desta parceria que estamos iniciando com o Rio Grande do Norte", disse.
"Esta lembrança do Senac nos enche de orgulho. Sabemos que é o reconhecimento de todo um trabalho de décadas na formação e qualificação de mão-de-obra. Estamos completamente à disposição para seguirmos dando nossa contribuição para a melhoria da qualidade de vida do povo potiguar através da oportunização de trabalho e, consequentemente, de renda", disse o presidente Marcelo Queiroz.
Além de Queiroz, participaram do almoço, entre outras lideranças, o vice-presidente da Fiern, Amaro Sales; o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae RN; Silvio Bezerra; o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado; o deputado estadual Poti Júnior; o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Benito Gama; e o empresário Sérgio Azevedo.
O vice-presidente do Grupo Engevix, Wilson Vieira, o diretor executivo, Gerson de Mell, além de representantes do Corporación America, também participaram do encontro.
O Leilão
O leilão do aeroporto, que ocorreu em 22 de agosto na sede da BM&FBovespa, em São Paulo, foi marcado por uma disputa acirrada entre quatro consórcios: o Aeroportos Brasil (composto pela empresas MPE e Instituto de Transportes Aéreos do Brasil); consórcio ATP Contratec (composto pelas empresas Triunfo e FCC Construction); consórcio Aeroleste Potiguar (componentes não divulgados) e consórcio Inframérica, que venceu a licitação.
Dos quatro, dois seguiram para o leilão de viva voz, a última fase da disputa: Aeroportos Brasil, com lance inicial de R$75 milhões, e o Inframérica, com lance inicial de R$ 132,5 milhões. O Aeroportos Brasil, liderado pelo Grupo MPE, chegou a oferecer R$ 166 milhões pela concessão. Entretanto, o Inframérica deu lance de R$ 170 milhões e arrematou o aeroporto. O valor oferecido foi três vezes maior que o mínimo estabelecido para o leilão (R$ 51,7 milhões).
O valor a ser aplicado não para por aí. O vencedor da licitação terá de desembolsar cerca de R$ 650 milhões para concluir o aeroporto. Em contrapartida, poderá 'explorar' os terminais durante 28 anos, sendo três anos dedicados a conclusão. O aeroporto de São Gonçalo do Amarante é o primeiro a ser incluído no plano de privatização. As obras de infraestrutura básica, como drenagem e as pistas, vêm sendo executadas pelo Exército. A Infraero já investiu cerca de R$ 155,7 milhões na obra. As pistas de pouso, decolagem e taxiamento já estão prontas.
"Tivemos a oportunidade de ouvir os representantes do consórcio e de nos colocarmos à disposição para que esta obra saia do papel da forma mais rápida e da maneira mais proveitosa para o estado, para as empresas e para a sociedade potiguar", disse o presidente do Sistema Fecomercio RN e anfitrião do almoço, Marcelo Fernandes de Queiroz.
O executivo Antonio Droghetti Neto, que vai assumir a coordenação das atividades do consórcio no Rio Grande do Norte, ressaltou o interesse do grupo em firmar parcerias com instituições e empresas locais. "Queremos deixar claro, de forma detalhada, exatamente do que precisamos para que possamos atender também às exigências da Infraero. Mas é prioritariamente daqui que sairão nossa mão-de-obra, nossos fornecedores e nossos parceiros", afirmou ele.
Droghetti fez questão de citar o Senac/RN, braço de qualificação de mão-de-obra do Sistema Fecomercio, como parceiro primordial no processo de operação do novo aeroporto. "O Senac é uma instituição que certamente vai contribuir bastante na capacitação de boa parte da mão-de-obra que vamos precisar nas diversas etapas desta parceria que estamos iniciando com o Rio Grande do Norte", disse.
"Esta lembrança do Senac nos enche de orgulho. Sabemos que é o reconhecimento de todo um trabalho de décadas na formação e qualificação de mão-de-obra. Estamos completamente à disposição para seguirmos dando nossa contribuição para a melhoria da qualidade de vida do povo potiguar através da oportunização de trabalho e, consequentemente, de renda", disse o presidente Marcelo Queiroz.
Além de Queiroz, participaram do almoço, entre outras lideranças, o vice-presidente da Fiern, Amaro Sales; o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae RN; Silvio Bezerra; o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado; o deputado estadual Poti Júnior; o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Benito Gama; e o empresário Sérgio Azevedo.
O vice-presidente do Grupo Engevix, Wilson Vieira, o diretor executivo, Gerson de Mell, além de representantes do Corporación America, também participaram do encontro.
O Leilão
O leilão do aeroporto, que ocorreu em 22 de agosto na sede da BM&FBovespa, em São Paulo, foi marcado por uma disputa acirrada entre quatro consórcios: o Aeroportos Brasil (composto pela empresas MPE e Instituto de Transportes Aéreos do Brasil); consórcio ATP Contratec (composto pelas empresas Triunfo e FCC Construction); consórcio Aeroleste Potiguar (componentes não divulgados) e consórcio Inframérica, que venceu a licitação.
Dos quatro, dois seguiram para o leilão de viva voz, a última fase da disputa: Aeroportos Brasil, com lance inicial de R$75 milhões, e o Inframérica, com lance inicial de R$ 132,5 milhões. O Aeroportos Brasil, liderado pelo Grupo MPE, chegou a oferecer R$ 166 milhões pela concessão. Entretanto, o Inframérica deu lance de R$ 170 milhões e arrematou o aeroporto. O valor oferecido foi três vezes maior que o mínimo estabelecido para o leilão (R$ 51,7 milhões).
O valor a ser aplicado não para por aí. O vencedor da licitação terá de desembolsar cerca de R$ 650 milhões para concluir o aeroporto. Em contrapartida, poderá 'explorar' os terminais durante 28 anos, sendo três anos dedicados a conclusão. O aeroporto de São Gonçalo do Amarante é o primeiro a ser incluído no plano de privatização. As obras de infraestrutura básica, como drenagem e as pistas, vêm sendo executadas pelo Exército. A Infraero já investiu cerca de R$ 155,7 milhões na obra. As pistas de pouso, decolagem e taxiamento já estão prontas.
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